(Foto: Reprodução)
De acordo com especialistas da Secretaria de saúde, o aumento do contato físico e de turistas nas capitais brasileiras durante o carnaval, corre o risco de aumentar o contágio da mpox (conhecida como varíola dos macacos).
Identificada no Brasil pela primeira vez em junho de 2022, a infecção manteve-se circulante em todo o país e teve um indicativo de aumento de casos em meio as recentes férias de dezembro e festas de final de ano, sobretudo no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Especialistas ainda alertam que o carnaval é uma festa com potencial disseminador, e as pessoas de grupos mais vulneráveis precisam redobrar os cuidados, pois o Brasil não contou com doses suficientes para vacinar uma parte relevante da população. A Mpox é também uma infecção sexualmente transmissível (IST) e pode ser muito grave em pacientes com a imunidade baixa.
A transmissão não precisa de ato sexual para se disseminar — os especialistas sugerem que é mais difícil se proteger da Mpox do que de outras ISTs, por exemplo. E que o uso de preservativos se mantenha de forma rigorosa, além de cuidados aos possíveis sintomas de febres, feridas nas regiões genitais e dores no corpo.
Em relação aos imunizantes, o Ministério da Saúde, chegou a comprar um lote de 50 mil doses contra a doença em 2022, mas representa um número insuficiente para toda a população, incluindo profissionais de saúde.