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Nesta quarta-feira (2), o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fez um pedido a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que reavalie o acionamento da bandeira vermelha patamar 2 de outubro. A medida, ativada devido ao risco hidrológico, é a mais cara do sistema, cobrando R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
No ofício, o ministro destaca que o aumento do custo de energia, além de afetar as famílias, tem um impacto inflacionário nos produtos e serviços. Com isso, o ministro pediu que a Aneel considere usar o saldo da Conta de Bandeiras para atenuar a cobrança extra nas tarifas de energia este mês, já que o fundo se encontra com “sobra de recursos”.
Lançado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, especialmente quando as condições não são favoráveis, como nos períodos de seca. As bandeiras de cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.